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Causa: Fim de espaço. Conseqüência: Blog novo. http://souldecoder.zip.net
Virtualmente defecado por Uera Uera às 20h17
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A Bela (Regeneração)
A vida, fruta antes carcomida,
Despida dos poderes do sonhar
Em juras de se inutilizar
Parece resgatar formas de vida:
A Bela que proclama meu viver,
Com feras que transpõem por meu inferno,
Tomando a si os vãos do Ser Interno,
Já dá a mim sinais de renascer...
Seu lastro desabrocha em paixão
E toda minha nova Existência
Implora, em completa consciência: - Não seja Ela outra ilusão...
Virtualmente defecado por Uera Uera às 22h10
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Abaixo, algumas explicações em verso de por que eu escrevo poucos poemas livres e a respeito de amor... e... provavelmente muitos passam o mesmo que o 'eu lírico' a seguir... eu sou um deles...
Desafogos de Um Mal-Amado
Eu gostaria de ter poderes...
Levá-la às nuvens com minha presença...
Envolvendo-a em afagos e proteções...
Gostaria de aparecer diante de seus olhos
Com uma pose perfeita
E deixar suas pernas bambas
Apenas para poder segurá-la...
Gostaria de ser um príncipe
E salvá-la de todos perigos...
Que eu tivesse um coração aberto, cheio de amor para lhe dar
E pudesse esperar um retorno apaixonado
De seus lindos olhos, profundos e cintilantes...
Mas...
Dê-me um minuto de sua atenção
E, com esses mesmos olhos, observe e reflita:
Como hei de protegê-la...
Sendo tão debilitado?
Abalar as pernas suas...
Se você o faz primeiro?
Ser um príncipe a salvá-la...
Sendo um sapo em desespero?
Como amá-la eternamente...
Se não sei amar direito?
E querer o amor de alguém... Que não sabe que eu existo?
Virtualmente defecado por Uera Uera às 20h16
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Projeto de “Vida”
Aqui estou, nascido em um mundo, sem ter requisitado tal “dádiva” (presente de grego). Esta vida é a própria prova da inexistência do tão aclamado Deus Javé Jeová Alá Papai Noel da Páscoa. Se não pedi para nascer e estou aqui, onde está meu livre-arbítrio? Escolhi meus pais, meu genótipo, minha naturalidade e tudo mais? Não! Pedi para ter uma mente amaldiçoada? Não!
Dezessete anos em desgraça, existindo como uma sombra projetada pelo Nada e preenchida por um pseudovazio completamente dolorido e insuportável. Incompreendido por humanos e incapaz de explicar qualquer coisa aos mesmos. A si mesmo. Serei eu capaz de ter algum sonho, alguma expectativa, qualquer possibilidade neste oceano de desilusões? A única idéia razoavelmente apreciada (embora igualmente mal-entendida) por estes seres que se assemelham superficialmente à minha pessoa corresponde ao que chamam de Poesia. E esta, por sua vez, tem como fonte majoritária toda a dor e angústia desta alma enegrecida pela podridão da existência.
Afirmam que sou dotado de uma capacidade mental superior. Uma suposta inteligência que, na verdade, é incapaz de superar com serenidade qualquer dificuldade imposta pelo sistema de ensino. Há ansiedade, depressão. Um abismo me separando da auto-aceitação e da aceitação a qualquer objeto, ser ou propriedade do universo. Eu não quero passar por dificuldades sem ter a certeza de qualquer sucesso... Até mesmo porque nunca conseguirei me satisfazer com qualquer eventual conquista.
Não espero o amor de ninguém, e gostaria de que não se importassem comigo. Assim ninguém sofreria em vão. Afinal, são pouquíssimas as pessoas que conseguem me compreender. E mesmo me compreendendo, não podem me ajudar. E não mudarei minha maneira. Não quero ser parte de nenhum modismo. Não quero ser parte de nenhum grupo. Não quero ter nenhuma etiqueta. Não quero ser comparado. Não quero ter de me adaptar a nada, pois nunca pedi por nada disso. Não gosto do meu corpo e nunca tive disposição suficiente para mudá-lo, embora já tenha tentado. Aliás, já tentei mudar tudo; nunca mudei nada.
E conforme a falha e padronizada vida humana vem a mim ditando suas rígidas normas de realidade, o medo engole minhas visões de futuro e então reina o desespero. O aumento de obrigações é o aumento de meus problemas internos, bestas automáticas das quais não consigo escapar. Minha natureza (e a natureza humana em geral) é o que mais traz meus sentimentos restantes à tona: ódio, revolta, indignação e invalidez. Incapacidade de revolução. Uma completa impotência perante esta vida. Uma vida desprovida de vida. Sou um escravo desta existência, escravo de máquinas humanas e de vidas cibernéticas. Meu projeto de vida: um grande nada. Não há esperança, não há energia, não há nenhum sonho remanescente, todos morreram. Apenas me restou a companhia de um grito abafado e derradeiro, desespero por um sono infinito que me tire desta situação, me leve à perfeição dos sonhos imaginários e jamais abra meus olhos novamente para os pesadelos da realidade.
Virtualmente defecado por Uera Uera às 19h14
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Degeneração Interminável
Ao sonhar, não se suspira...
Simplesmente se expira,
E os dardos perdem alvo
Tendo início um gemer
No fragílimo poder
D’um Sansão agora calvo...
A matéria se desprende
Mas o corpo não se rende
Às barreiras do palpável
E o tempo não explica;
Levemente nos indica Um final desagradável.

Virtualmente defecado por Uera Uera às 12h00
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A Criação
(Parte I: Gênesis Apocalíptica):
Sou escravo desta Cruz
Que antecedeu à luz,
E forçou meu existir:
Esta vida horrorosa
(Uma Morte vagarosa)
Da qual tento prescindir...
(Parte II: Ruptura de Visões Pragmáticas):
Sepultado em desencantos,
Mergulhado nestes prantos,
Jamais tive qualquer paz...
E pergunto, por sofrer:
Se a vida é um dever, Livre-Arbítrio, onde estás?
Virtualmente defecado por Uera Uera às 22h12
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Um pequeno texto que eu produzi na escola, a partir das duas primeiras frases.
Nascimento
Mário estava de pijama. Ele batia uma carta na máquina de escrever. Suas mãos já não aguardavam novas ordens cerebrais, as palavras saíam como que por impulso. Um impulso tão sinistro e vibrante, o qual passava a ser timidamente assimilado pelas obscuras entranhas nervosas daquela criança.
E nem a escuridão alumiada de forma tênue por uma vela negra, nem mesmo todo sangue e escarro que decoravam as pútridas paredes de seu quarto conseguiam influenciá-lo, nada o tocava, nada importava. O universo exterior fora tomado por uma catalepsia existencial.
A única reverência tomava-se pelas experimentações da natureza com a inocência do garoto. Ele estava alcançando sua única chance de felicidade, estava dando asas à sua derradeira esperança. E as palavras: súbitas declarações formando uma energia rotativa que, lentamente, preenchia seu mórbido vazio. Uma nova essência havia transformado a superfície terrestre. Mário encontrara o amor.
Virtualmente defecado por Uera Uera às 21h26
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A pedidos de minha professora estagiária Sirlene, uma poesia a respeito do barulhento ventilador da minha sala de "aula"...
Ventilador Assassino
Um distúrbio tão fugaz,
Turbilhão da antipaz!
Todo ódio e maldade
De inventos infernais,
Ventos antinaturais,
Bestas da Modernidade...
Assassino renegado,
(Não será desativado?)
Desconhece nossas leis...
Decapita-nos às cegas,
Conte a mim e meus colegas: Só restaram dezesseis!
Virtualmente defecado por Uera Uera às 20h49
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Sinopse de Uma Ilusão
(Parte I – O Espelho Maldito):
Se meus olhos são janelas
De verdades nada belas,
Quero óculos escuros
Que se façam em blindagem
E escondam esta imagem
Desprovida de futuros...
(Parte II – Fraude):
E, por ser sem reações,
Fui burlado por razões
Que me levam a viver
Neste mundo imperfeito
Onde sou mais um defeito Destinado a sofrer.
Virtualmente defecado por Uera Uera às 21h06
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O Além Subliminar
Quase fito, quase sério,
Taciturno, um Mistério
Isolado ao Secreto
Na procura por si próprio,
Estudando cada ópio
Que o torna tão seleto...
Leve como uma pluma,
Vacilando pela bruma
Em um lânguido momento...
Escorrendo pelo ar
Ao Além Subliminar Do eterno esquecimento.
Virtualmente defecado por Uera Uera às 19h49
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Agonia
Maldição da eloqüência
Sugestão à desistência:
Facas abrem minha mente
Dilaceram meu poder
Instigando-me a ser
Trucidado lentamente...
E as dores são cruéis,
Descerradas e fiéis;
Dão à luz melancolia,
Envenenam meus contatos:
Os humanos cognatos, Deuses desta Agonia.
Virtualmente defecado por Uera Uera às 01h25
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Eu ainda não morri!
A Therapy For Pain (Fear Factory)
I welcome death with open arms Her soft breath and simple charm Wandering through memories Takes my hand for me to see
Tried so hard Tried so hard
Echoes of innocence Are my thoughts into dissent
Tried so hard Tried so hard Tried so hard Tried so hard
When we finally reach the end She lets go of my hand Waking into realms of light There will be no death tonight
Tried so hard Tried so hard Tried so hard Tried so hard...
Virtualmente defecado por Uera Uera às 12h47
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Tradução:
Uma Terapia Para A Dor
Eu recebo a morte de braços abertos
Sua suave respiração e simples charme
Perambulando através de memórias
Ela pega na minha mão para que eu veja
Esforcei-me tanto Esforcei-me tanto
Ecos de inocência
São meus pensamentos em dissensão
Esforcei-me tanto Esforcei-me tanto
Esforcei-me tanto Esforcei-me tanto
Quando nós finalmente chegamos ao fim
Ela solta minha mão
Acordando para os domínios da luz
Não haverá morte esta noite
Esforcei-me tanto Esforcei-me tanto Esforcei-me tanto Esforcei-me tanto...
Virtualmente defecado por Uera Uera às 12h46
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Para começar, a obra 'Trismegistus', de Marilyn Manson...

E, para finalizar, uma letra (com a tradução no post seguinte)...
Pisschrist (Fear Factory)
Where are we now? When we are blind Abandoned faith You left behind
Were you betrayed? Or did you lie? Our common fate Our common demise
Where is the son? To light the way Along the path Of our dismay
Look to the sky On judgement day A human god That was man-made
So we lie So we lie So we lie So we lie
And so we rise Just to fall down In reality You're never found
I'm reaching out With sealed eyes I grab for light Visions decried
Look to the sky On judgement day A human god That was man-made
So we lie So we lie So we lie So we lie
Face down, arms out Nailed to the cross of doubt Blood runs like rain Drowning for this world in vain Crown of black thorns Human skin, ripped and torn Crown of black thorns Human skin, ripped and torn Where is your savior now? Where is your savior now? Where is your savior now? Where is your savior now?
Virtualmente defecado por Uera Uera às 20h35
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Tradução:
Cristo de Mijo
Onde nós estamos agora? Quando nós estamos cegos Fé abandonada Que você deixou para trás
Você foi traído? Ou você mentiu? Nosso destino comum Nossa morte comum
Onde está o filho? Para iluminar o caminho Ao longo da estrada De nosso desânimo
Olhe para o céu No dia do julgamento Um deus humano Qur foi feito por homens
Assim nós mentimos Assim nós mentimos Assim nós mentimos Assim nós mentimos
E assim nós ascendemos Apenas para cair Na realidade Você nunca é encontrado
Eu estou alcançando Com olhos lacrados Eu agarro pela luz Visões censuradas
Olhe para o céu No dia do julgamento Um deus humano Que foi feito por homens
Assim nós mentimos Assim nós mentimos Assim nós mentimos Assim nós mentimos
Face para baixo, braços abertos Pregados à cruz da dúvida Sangue escorre como chuva Transbordando por este mundo em vão Coroa de espinhos negros Pele humana, rasgada e ferida Coroa de espinhos negros Pele humana, rasgada e ferida Onde está seu salvador agora? Onde está seu salvador agora? Onde está seu salvador agora? Onde está seu salvador agora?
Virtualmente defecado por Uera Uera às 20h24
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Perfil Nome: Vinícius Lagni Homem Pseudônimo: Uera Uera Idade: 17 anos Música: Slipknot, Marilyn Manson, System Of A Down, Korn, DevilDriver, Fear Factory, Coal Chamber, Murderdolls, Brujeria Eu sou uma desgraça para a existência do mundo (e vice-versa)... não tenho religião... não gosto de pessoas... não pretendo fazer nada para melhorar e/ou salvar a vida de ninguém... não me importo mais se vou viver ou morrer... sou fascinado pelo Nada e pela Morte. Minhas poesias são autoria do meu lado obscuro, psicótico, depressivo, anti-social e obsceno, ao qual eu dei o nome de "Uera Uera". Espero que vocês não me compreendam, não me julguem, e tenham convulsões ao ler este maldito blog.
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HISTÓRICO
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